Quem faz?

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Marina Monzillo

Marina Monzillo

[/three-columns][two-three-columns] Quando eu era criança, lá em casa era proibido ficar de recuperação no final do ano. O motivo era bem menos a preocupação dos meus pais com o nosso desempenho escolar e mais o fato de que invariavelmente tínhamos uma viagem marcada para o primeiro dia das férias. Do banco traseiro do Monza do meu pai ou em voos da Varig, fui descobrindo as belezas, as surpresas e as diferenças que só os viajantes enxergam no mundo.

Mais tarde, com a independência carimbada no passaporte, rodei por aí sozinha ou com amigos. Me meti em aventuras das quais me orgulho e tenho lembranças boas demais. Também tive a chance de vivenciar alguns dos cantos mais interessantes do planeta por conta do trabalho como jornalista. Por duas ocasiões, resolvi e me tornei (temporariamente) uma local – na Califórnia e na Inglaterra.

Foi então que comecei informalmente a montar roteiros para os amigos e conhecidos dos lugares onde já tinha fincado minha bandeira. Quase como um hobby, dava dicas para quem, como eu, queria fugir das excursões, dos menus turísticos e das lojinhas de suvenires de gosto duvidoso.

Depois, mais uma vez mudei meu perfil de viajante. A graça passou a ser mostrar todos esses lugares maravilhosos que conheci para a minha filha. E ao lado dela desbravar novos recantos desse grande quintal chamado mundo. [/two-three-columns][/columns]

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Mauricio Morato

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Disse Dorothy Parker: “A cura para o tédio é a curiosidade. Não existe cura para a curiosidade”. Eu sou um desses curiosos incuráveis. E como diz minha mulher com alguma frequência — e um certo tom de sarcasmo —, tenho opinião sobre tudo.

Não um argumento superficial, ou do tipo “eu ouvi falar que”, mas uma convicção definida, baseada nas minhas experiências, leituras, pesquisas, e por aí vai. Porque eu leio, ouço, vejo e discuto tudo o que aparece – do pop ao erudito, do fácil ao complexo, do luxo ao lixo, do turístico ao exótico. Só não falo sobre armas porque sou 100% contra, sobre o Corinthians porque sou 100% a favor, e sobre música sertaneja porque não gosto.

E o que é que isto tudo tem a ver com o Até+Ver, com o perdão do trocadilho? Tem a ver porque de tempos em tempos vou trazer de Nova York, onde moro, para cá meu olhar curioso, minhas opiniões diversas e meu gosto eclético. A ideia do site é dar insights fora do usual encontrado nos guias de viagem, e eu estou 100% comprometido com esta visão. Espero que você goste e se divirta nesta jornada. [/two-three-columns][/columns]

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